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Glossário da economia compartilhada – Parte 2

A economia do compartilhamento está se tornando mais conhecida, mas ainda enfrenta barreiras culturais fortes para crescer aqui no Brasil. Os termos mais usados pelas empresas e pessoas envolvidas com ela não são auto-explicativos e carregam sozinhos toda a inovação por trás dos novos modelo de negócios. Esse é o segundo texto para explicar melhor o que significa cada um dos termos utilizados na economia compartilhada.

 

Bartering: Trocar um objeto por outro! Essa palavra passou a ser muito mais utilizado com o consumo colaborativo e as plataformas online, pois as pessoas possuem objetos que estão ociosos e que poderiam ser trocados por outros, ao invés de ficar pegando poeira nas prateleiras.

CouchSurfing – É uma organização sem fins lucrativos que criou uma plataforma na qual pessoas oferecerem um local da sua casa para que viajantes possam se hospedar sem custo algum.

Coworking – Espaços compartilhados de escritórios. Tem um negócio e não quer se isolar em uma sala minúscula de um prédio comercial? Encontre um coworking e tenha muito network e um espaço agradável para trabalhar com outras pessoas incríveis.

Crowdfunding – Financiar um projeto, seja ele de artes, tecnologia, sustentabilidade ou qualquer outra coisa que traga um benefício para um grupo de pessoas, não é mais coisa só de banco e capital de risco! Qualquer pessoa pode criar uma campanha para solicitar recursos de uma multidão! E todos aqueles que se interessarem por algum projeto podem doar e acompanhar o crescimento de um novo empreendedor.

Crowdsourcing – Na linha do crowdfunding, aqui a multidão auxilia com seu conhecimento e não com recursos financeiros. Essa interação tem como objetivo suprir a carência de um determinado assunto pelo idealizador do projeto, ou mesmo para envolver o maior número de pessoas engajadas para que a proposta ganhe força e saia do papel.

Cohousing – Comunidade composta de casas privadas, entretanto muitos locais são compartilhados, como cozinha, lavação e jardim. Essa comunidade é planejada e gerida pelas pessoas que lá moram, as quais também dividem algumas atividades corriqueiras como cozinhar e cuidar do jardim.

House Sitting – É uma prática na qual o dono de uma casa fica fora por um certo período (seja por uma viagem ou qualquer outro motivo) e deixa a casa com uma pessoa para garantir que tudo esteja em ordem quando voltar. Essa pessoa que fica na casa tem um local para “morar” sem custo algum, com a contrapartida de assumir algumas responsabilidades da casa, como: cuidar dos animais de estimação, manter a casa limpa, pegar as cartas do corrêio, etc. Conheça uma dessas plataformas, a Trusted House Sitters.

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